Fonte: tumblr
A
parábola do “Bom samaritano” nos fala sobre um homem que foi assaltado durante
uma viagem e ficou muito machucado por causa da violência que sofreu.
Pelo
caminho, vinha um sacerdote e, talvez pudesse ser o mais indicado para ajudar
ao homem ferido. Afinal, o sacerdote era o responsável por ajudar às pessoas a
se reconciliarem com Deus, numa época em que o símbolo do perdão ainda estava
nos sacrifícios. Talvez, aquele sacerdote já tivesse recebido ofertas de muitas
pessoas que estavam com o coração ferido e necessitado de cura. Talvez, naquele
momento pudesse entender bem do que aquele homem precisava. No entanto, ele
passou de lado e deixou o homem ferido e sozinho no caminho. Oferecer
sacrifícios ainda era mais importante naquele momento...
Logo depois, um levita veio pelo mesmo
caminho; um homem que talvez fosse conhecido como um “bom” homem, já que
entoava louvores a Deus e, possivelmente, o fazia de forma sincera. No entanto,
no momento em que viu o homem ferido, sua responsabilidade com a “obra” de Deus
falou mais alto e ele não pode se ocupar com aquele homem ferido. Ele o viu
necessitado, mas, mesmo assim, foi embora.
Por
fim, a parábola conta que, pelo mesmo caminho, também veio um samaritano, um
homem pertencente a um povo que tinha raiva dos judeus; um homem que cresceu
ouvindo que Judeus e samaritanos não se davam bem. Esse homem, certamente,
seria o menos indicado para fazer algo por alguém que não era nada seu – nem ao
menos do seu povo. Ele era o mais improvável, mas foi ele quem se compadeceu da
dor daquele homem; ele parou ao lado do homem, compadeceu-se dele, cuidou de
suas feridas, o levou até uma estalagem, pagou por suas despesas e não pediu
nada em troca.
O
samaritano fez a diferença na vida daquele homem e ofereceu ajuda de onde menos
o judeu esperava...
Ainda
hoje nos deparamos com muitas pessoas feridas e caídas pelos “caminhos da
vida”. Pessoas machucadas e sem forças para levantar; pessoas que não receberam
ajuda de quem mais esperava e confiava receber; pessoas para quem nós podemos
ser “bons samaritanos”; pessoas para quem podemos ser o improvável...